quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

O meu projeto

Não, não fugi. Simplesmente tenho andado por outras paragens a colocar o meu projeto para a frente.

Está a ser um caminho delicioso, cheio de sorrisos, reconhecimentos, surpresas e muitas emoções.

Quem quiser saber mais sobre o projeto, deixo-vos o meu BLOG do Coaching. Passem por lá e contactem-me:

ritasilvacardoso74@gmail.com

Também podem ver a minha pagina no facebook.

Experimentem.


quarta-feira, 12 de julho de 2017

Acreditar que somos infinitas possibilidades

Hoje, passado muito tempo, decidi voltar a abrir este meu blog. Dei de caras com o meu ultimo post e sorri. Foi o post que verdadeiramente mudou a minha vida porque foi quando escrevi este post que me deparei pela 1ª vez com a palavra "COACH". E digo mudou a minha vida sem qualquer pudor, pois embora continue no meu trabalho remunerado e a fazer exatamente as mesmas coisas que fazia o ano passado (excepção feita ao ginásio que também sofreu uma mudança, mas disso falei noutro cantinho), sinto que sou neste momento a verdadeira Rita. Esta Rita que sempre esteve cá mas que não sabia bem o que queria e que vivia agarrada a emoções e sentimentos que não faziam parte de si. Foram 42 anos a fazer um caminho que não era o meu. A viver achando que era alguém que nunca fui. A agir como se fosse outra pessoa que não eu. Parece estranho? Para mim as coisas nunca estiveram tão claras nem fizeram tanto sentido como agora. Para tudo existe um motivo, para tudo existe uma razão. Nós podemos ser tão melhores do que somos. Basta para isso, ver para além da nossa bolha. Basta conseguir ver tudo de uma nova perspectiva. Basta abrirmos a nossa mente e deixarmo-nos ir. 

Esta nova Rita não é uma nova pessoa. Esta Rita esteve sempre cá e era visível apenas a um pequeno e restrito grupo de pessoas que conseguiam ver além da minha capa. A minha capa era tão escura, tão opaca que até a mim me impedia de ver como era. Como se visse o mundo através de umas lentes que não eram minhas. Ter percebido isto, teve e está a ter um impacto na minha vida maior do que eu poderia esperar. 

Permitiu-me mudar a minha perspectiva no trabalho sem ter mudado de trabalho.
Permite-me ser uma melhor mãe, sem gritos, mais compreensiva, mais companheira e mais assertiva.
Permite-me ser melhor esposa, mais cuidada, com mais alegria e vontade de amar.
Permite-me ser melhor dona de casa, mesmo a fazer as coisas que mais detestamos.
Permitiu-me voltar a sonhar e a ter objetivos.

E permitiu-me ser mais feliz. É verdade, essa palavra misteriosa que todos nós buscamos e por vezes tão abstrata.

Ainda tenho um longo caminho a percorrer mas agora sei onde quero chegar e sei que irei chegar lá.

Não passamos de repente para o outro lado da bolha sem passar por cima de todos os atritos que fizeram parte da nossa vida. Por vezes o caminho é sinuoso, é trabalhoso e doloroso. Mas é necessário fazermos esse caminho se quisermos ser efectivamente nós próprios e encontrarmos o nosso destino.

Quando finalmente começamos a ver o que está além da bolha, é uma sensação inexplicável em palavras. Diria que é como se tivéssemos o mundo dentro de nós. Como se nós fossemos o MUNDO. E incrivelmente não é nada assustador. É uma sensação de liberdade e de poder. E é ter consciência de tudo o que somos, tudo o que queremos ser e tudo o que pensam que somos.

É ter o MUNDO em nós! Sem medos, sem complicações. É sermos um conjunto de infinitas possibilidades. É poderoso.

E tu? Gostavas de mudar de vida? Ou melhor... Gostavas de mudar a TUA vida? Ou ainda melhor... Gostavas de encontrar o teu EU?


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Ano novo, tempo de balanço?

Todos os anos antes de começar o novo ano ou no final do antigo, tenho feito um post com o balanço do ano anterior e perspectivas para o próximo. Antes de começar este post fui reler o que escrevi no ano passado e achei curioso o meu sentimento.

2015 foi um ano morno e não consegui perspectivar nada para 2016.
2016 foi um ano de montanha russa que começou mal mas acabou com a nossa vida organizada, como há muito tempo não estava.

No entanto e talvez por há muito tempo não sentir a vida organizada ainda não tive tempo para saborear esse facto. E o medo de a destabilizar novamente é tanto que não me permito ainda sonhar.

Hoje, ao ler um post num outro blog que falava de mudança de vida, percebi que não sou a única com este sonho. Eu já sabia que não era mas não há muita gente a verbalizar esse sentimento. Mas depois de tantos anos, depois de tantos projectos, depois de tantas tentativas efectivas de mudança, confesso que estou cansada. Perdi a coragem até de me meter em trabalhos extra e projectos extra. Nem os consigo imaginar. Os meus dias são passados neste momento no meu trabalho remunerado que não é o ideal mas é o que eu tenho, com a família e alguns amigos. Vou-me entretendo com alguns grupos do facebook como o paleo descomplicado (a ultima moda) e com algum desporto no meu ginásio de eleição o Vivafit Linda a Velha. Até a vontade de correr se sumiu este ano, coisa que o ano passado andava no auge.

Continuo a achar que há mais qualquer coisa que me está destinada mas não consigo ver mais além. 

Continuo a achar esta sensação esquisita de não ter objectivos nem projectos extra.

Tenho tanta vontade de voltar a acreditar que vou ter um futuro profissional mais feliz e mais realizada.

Não sei o que o ano 2017 me reserva. Estamos no inicio e não vejo nada. E também não faço por mudar. Estou literalmente encostada à boxe a ver os dias e as horas a passar. E nem a esperança de me cair qualquer coisa em cima eu tenho pois já deixei de ter essa ilusão.

No outro dia, em conversa com uma amiga referi-lhe isso mesmo. Que neste momento tinha desistido e que me tinha mentalizado que esta seria a minha vida. Ela disse que também tinha feito isso com grande tristeza. Somos assim tão comodistas? Temos assim tanto medo de arriscar? Queria dizer que não mas a realidade é outra.

Se calhar temos de nos mentalizar com a nossa realidade e sermos na mesma felizes dentro dela. A vida é mais do que um trabalho, uma profissão. Será?

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Ler é o melhor remédio

Tenho centenas de livros nas prateleiras da sala que não tenho coragem de me libertar deles. Muitos deles de quando eu era criança, na esperança que os meus filhos tivessem o mesmo gosto pela leitura e pela escrita que eu tenho. Estão lá, intactos, com as suas histórias de aventura, histórias fantásticas com personagens de todo o género. Livros que ainda hoje olho para eles e me trazem memórias boas do tempo em que eu tinha tempo para ler e passava dias inteiros literalmente envolvida no mundo daquele livro. Tento fazê-los entender a capacidade que a nossa mente tem de imaginar as personagens apenas pela forma como o autor as descreve, como conseguimos conhecer locais, países ou imaginar um planeta completamente diferente e distante apenas através da forma como o autor os caracteriza. O modo como nos envolvemos na tristeza das personagens e como conseguimos até ficar zangados com as personagens, da mesma forma como choramos de alegria com um final feliz. Muitas vezes acabo um livro e penso como seria a vida daquela personagem depois da história que foi contada. Sim, é ficção. Ás vezes não, até são inspiradas em histórias reais que nunca conheceríamos se não tivéssemos lido aquele livro. Para mim ler é inspirador, a minha melhor forma de libertar o stress e relaxar. Quando leio entro noutro mundo, noutro século por vezes. Vivo nos anos 30 ou sou uma astronauta em Marte. Um dia sou uma princesa, noutro sinto-me uma detective. Sinto-me parte daquela história como se eu própria vivesse aquela história. Só quem gosta de ler compreende. E eu gostava que os meus filhos conseguissem sentir esta experiência. É tão, mas tão boa e enriquecedora.

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#coisasboasdavida #ler #livro #ospequenosnadas


terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Gosto de ser FELIZ

Gosto do sol e do calor do sol quente na minha pele
Não gosto de chuva e de sentir os pés molhados
Gosto do mar e do som do mar da minha praia
Não gosto de água fria e de ter a pele arrepiada
Gosto de ouvir a chuva quando estou na cama
Não gosto de dias cinzentos e feios
Gosto do toque da pele de quem amo
Gosto do cheiro a pão quente caseiro acabado de sair do forno
Gosto do pêlo brilhante do meu cão quando acaba de sair do banho
Não gosto de gritar nem de ter de me chatear
Gosto dos meus amigos e gosto que gostem de mim
Gosto de ver filmes e séries de mão dada
Gosto de rir e de dar gargalhadas
Gosto de dormir aninhada
Gosto de dar beijos e sentir o toque dos meus lábios na pele de quem amo
Não gosto que me ignorem
Gosto de passear e de ver coisas bonitas
Não gosto de correr
Gosto de comer e de ser saudável
Não gosto de estar doente e de me sentir mal
Gosto de dançar, de ouvir musica, sorrir e sonhar
Gosto de me enfiar na cama dos meus filhos e sentir o calor deles
Gosto de escrever o que sinto e partilhar
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#gostonaogosto #coisasboasdavida #amordaminhavida





segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

42 anos a festejar a vida

Vive-se intensamente num mundo louco, tentando e fazendo por ser feliz todos os dias. Mais um ano que passou, mais uma primavera ou neste caso, que nasci no inverno, mais um inverno. Nasci no inverno por engano com certeza pois o meu coração tem o verão lá dentro. Sou uma pessoa de calor, vindo de todas as formas. Foi um ano que passou sem eu dar conta é verdade. Sem tropeções, sem grandes desilusões. Foi um ano em que se resolveram alguns berbicachos. Já são 42 anos de vivências, de amor, de tristezas, de desilusões e alegrias. 42 anos a festejar a vida. Este ano foi mais um ano cheio de tudo. Passei o dia 9 de Dezembro, rodeada da minha família, fiz compras de Natal e acabei a jantar a sós com a pessoa da minha vida. Não podia ter desejado melhor. Fui feliz. Sou FELIZ. #aniversário #maisumano #soufeliz #festejaravida




Vida a contra relógio

O despertador toca implacável. O corpo ainda dormente pede mais descanso. Fecha-se os olhos só mais um bocadinho....
.... Quando se abrem novamente começa a corrida a contra relógio. Mais um dia. Acordar miúdos aos beijos e abraços (para violência matinal já basta o nosso despertador). Pequeno almoço que se leva para o caminho. Pára-arranca numa fila interminável. E as horas a passarem a correr. No trabalho o telefone toca, o email urgente que tem de se responder, o chefe que insiste no prazo daquele trabalho que estamos a terminar. Ao almoço corre-se para o ginásio mas nem aí o tempo pára. Corre-se, pula-se, respira-se, sua-se. Alma renovada mas cansada. Banho revigorante, compras de ultima hora e corre-se para a sessão da tarde no trabalho. Almoça-se lá rapidamente a marmita que se trouxe de casa. Mais um telefonema, um email, contas de fornecedores e estado para pagar. Reunião e já é hora de voltar. Mais pára-arranca numa outra fila que parece não ter fim. Levar miúdos ao futsal ou ficar a fazer o jantar. A segunda opção normalmente. A primeira fica por conta do pai. Chegam miúdos, tomam banho e mesa para jantar. Berra-se desnecessariamente nesta altura por conta do cansaço e da pressa do dia. Berra-se com todos indiscriminadamente e todos berram. Arruma-se a cozinha e já é hora de colocar miúdos na cama. São 23h quando finalmente respiramos. Temos sorte ainda assim. E assim começa outro dia. #pressadeviver #otempovoa